Poesias
O Recanto das Musas
publicado em 28/01/2010
219 visitas

CLAUDIO.NIEDERAUER
Porto Alegre (RS)
Membro desde 05/2008
Membro desde 05/2008
"A felicidade, se for pouca, que seja ao menos intensa"
À procura de paz e serenidade
E de uma fonte de luz e sabedoria,
Refugio-me num recanto paradisíaco,
Um cenário que enfeitiça o coração
Que apadrinha uma trégua espiritual.
É uma obra-prima de divina criação,
Imagem eternamente contemplativa
Emoldurado pelos limites da imaginação,
Com alamedas ornadas por velhos plátanos,
Cravejadas por folhas amarelecidas,
Pinceladas no verde de diversos matizes
Concebido pelo pincel sábio da natureza,
Sobre uma grande tela azul celeste.
Ali transito por perfumados caminhos,
Caminhos que conduzem ao sagrado templo
Onde habitam as bem-aventuradas musas.
Nesse mundo surpreendente e silente,
O silêncio é arrebatado pela brisa
Que suavemente balança as folhas
E por um coral dissonante dos pássaros,
Que ali, alegremente, ali sobrevoam.
Nesse sublime paraíso encantado,
Alimento minha energia espiritual,
Recarrego meu vigor corporal,
Meu corpo e espírito levitam extasiados
E meus pensamentos voam livremente.
Neste espaço de mais legítimo lirismo,
Aguça o meu místico sentimentalismo,
Recrio minhas imaginárias fantasias,
Despertando o lume de meus anseios.
E nesta atmosfera de puro devaneio,
Vislumbro a presenças das musas
Em forma de charmosas flores coloridas
E fico deslumbrado por tanta formosura.
Respiro este ar que me embriaga
E sinto-me beijado por suas fragrâncias.
Desfilo deslumbrado por estes caminhos,
Em cada caminho me leva a um canto,
Em cada canto contemplo um santuário,
Em cada santuário reina uma musa.
Às musas, peço uma porção de suas virtudes:
Da Rosa um bocado de pureza;
Da Petúnia uma fração de bondade;
Da Tulipa uma pitada de esperança;
Da Gérbera um naco de alegria ;
Da Magnólia uma fração de prazer;
Do Crisântemo um quinhão de carinho;
Da meiga Camélia uma dose de felicidade.
Absorto, ouço atentamente seus comentários,
Que brotam bondosamente de suas pétalas,
São como canto de sereia que hipnotizam a mente.
Quero aqui conviver contemplativamente,
Sobre a luz e aconchego das queridas musas,
Iluminado-me a expressar meus sentimentos
E assim eternizá-los em forma de poesia.
E de uma fonte de luz e sabedoria,
Refugio-me num recanto paradisíaco,
Um cenário que enfeitiça o coração
Que apadrinha uma trégua espiritual.
É uma obra-prima de divina criação,
Imagem eternamente contemplativa
Emoldurado pelos limites da imaginação,
Com alamedas ornadas por velhos plátanos,
Cravejadas por folhas amarelecidas,
Pinceladas no verde de diversos matizes
Concebido pelo pincel sábio da natureza,
Sobre uma grande tela azul celeste.
Ali transito por perfumados caminhos,
Caminhos que conduzem ao sagrado templo
Onde habitam as bem-aventuradas musas.
Nesse mundo surpreendente e silente,
O silêncio é arrebatado pela brisa
Que suavemente balança as folhas
E por um coral dissonante dos pássaros,
Que ali, alegremente, ali sobrevoam.
Nesse sublime paraíso encantado,
Alimento minha energia espiritual,
Recarrego meu vigor corporal,
Meu corpo e espírito levitam extasiados
E meus pensamentos voam livremente.
Neste espaço de mais legítimo lirismo,
Aguça o meu místico sentimentalismo,
Recrio minhas imaginárias fantasias,
Despertando o lume de meus anseios.
E nesta atmosfera de puro devaneio,
Vislumbro a presenças das musas
Em forma de charmosas flores coloridas
E fico deslumbrado por tanta formosura.
Respiro este ar que me embriaga
E sinto-me beijado por suas fragrâncias.
Desfilo deslumbrado por estes caminhos,
Em cada caminho me leva a um canto,
Em cada canto contemplo um santuário,
Em cada santuário reina uma musa.
Às musas, peço uma porção de suas virtudes:
Da Rosa um bocado de pureza;
Da Petúnia uma fração de bondade;
Da Tulipa uma pitada de esperança;
Da Gérbera um naco de alegria ;
Da Magnólia uma fração de prazer;
Do Crisântemo um quinhão de carinho;
Da meiga Camélia uma dose de felicidade.
Absorto, ouço atentamente seus comentários,
Que brotam bondosamente de suas pétalas,
São como canto de sereia que hipnotizam a mente.
Quero aqui conviver contemplativamente,
Sobre a luz e aconchego das queridas musas,
Iluminado-me a expressar meus sentimentos
E assim eternizá-los em forma de poesia.
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COMENTÁRIOS
07/02/2010 - VERA ASSIS - PORTO ALEGRE
Que lindo poema! E você sempre terás meu carinho, meu amigo. Beijos.
30/01/2010 - T.Prado - Cláudio
Cláudio, gosto muito destes recantos que habitam em sua alma generosa e sensível. Você transmite toda esta beleza e paz... um recanto que eu gostaria de desfrutar. Muito lindo seu poema. Abraços, poeta!
29/01/2010 - Cal55 - Porto Alegre
Sr. Jardineiro! As flores vão se apaixonar! Grande Abraço!
29/01/2010 - Catucha - Indaiatuba
Que lugar maravilhoso existe em sua mente. Um recanto que qualquer pessoa amaria estar, mas que para desfrutá-lo teria que ter esta sua sensibilidade. Grande abraço. Cat.
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