Ainda que eu conheça a tua valia Alforrio-te, rima, dos meus versos Não mais forçarei a tua companhia Queres ir, tudo bem, eu não te impeço.
És tu, de fato, fino diamante Eu, leigo, não te conheço o lapidar Portanto, companheira, doravante Estás livre do meu versejar
Entrego-te, rima, aos, deveras, imortais Ourives, de tuas formas, os domadores Não desejo fazer-me escravo, jamais De tuas loucas regras, teus dissabores
Pois que aos outros tu te sais com nobreza A mim, tu vens pobre e sem graça E, tuas formas de porcelana chinesa Em minhas mãos se transformam em desgraça
Segue, amiga, estás livre de meus traços Por ti mantenho, ainda, a estima Mas prefiro poupar-me o embaraço De não te saber domar, senhora rima. |
25/08/2009 - MariaMaria - João Pessoa PB - Brasil Salve, poetisa! Passei por aqui para reler essa preciosidade e te deixar o meu email: msdssilva@bol.com.br será um prazer poder me comunicar com você.Um abração. 17/08/2009 - MariaMaria - Joao Pessoa PB - Brasil Sua Excelência, a poetisa! A emoção tomou-me as palavras! Não sei fazer rimas... não sei falar... Parabéns, querida! É uma honra concorrer com pessoas tão qualificadas. 29/07/2009 - Doris - Conceição do Almeida BA - Brasil Parabéns, você realmente é um talento... Espero que esteja entre as finalistas porque realmente, sua excelência, você arrasou... Valeu "baianinha arretada"... rsrsrsrs 27/07/2009 - poetahr - SALVADOR BA - Brasil Parabéns, baiana boa de rima. 27/06/2009 - Júlio - Taubaté SP - Brasil Por modéstia, diz não ser hábil domadora da rima. Sua poesia a contradiz! Parabéns! Mas não se prenda mesmo em nunhum fator limitador! Apenas deixe fluir seus sentimentos. Sua escrita é muito agradável! 19/06/2009 - americo paz - São José do Rio Preto SP - Brasil Uma poesia encantadora, escrita com grande maestria."Segue" (imperativo tirado do indicativo presente: sigo; segue (s)... Mas prefiro poupar-me o embaraço...). Parabéns e sucesso sempre. 11/06/2009 - Júh - Salvador BA - Brasil Algumas pessoas às vezes se portam feito rimas e simplesmente nos escapam por entre os dedos... Melhor deixá-las partir.
Bela poesia. |