| POESIA INSCRITA | ||
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| Publicado por MISSULA de João Pessoa (PB) em 29/05/2009 | ||
| Sinto nos ossos a ferrugem dos portões devorados pelo tempo; há nas coisas um sabor acre de consunção e terminalidade que as conjeturas insistem em pespegar-me dada a vulnerabilidade do meu ego; ignorando que pedra mover, para sequenciação do jogo, procuro na existência explicação plausível para este nó górdio que me sufoca, e mais me enrosco no rastro das questões suscitadas. |
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| Comentários | ||
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